Como diversificar meus investimentos? Entenda a importância!

Como diversificar meus investimentos? Entenda a importância!

Imagine a situação: todo o seu dinheiro está aplicado em uma mesma ação que, de repente, dá errado. Parece um pesadelo, não é mesmo? E para evitar que ele aconteça na vida real, o recomendado é variar.

Se a pergunta “como diversificar meus investimentos” tem rondado os seus pensamentos, este post é para você. Siga na leitura para conferir dicas sobre o assunto!

Por que diversificar os investimentos?

Todo investimento tem riscos, e eles são categorizados entre sistêmicos e não sistêmicos. O sistêmico é aquele generalizado, que pode causar impactos no sistema financeiro como um todo (como uma pandemia, uma catástrofe natural e uma guerra). Já o risco não sistêmico está ligado às dificuldades que um nicho específico de mercado pode vir a enfrentar.

Diversificar os investimentos, na prática, significa aplicar seu dinheiro em diferentes tipos de ações. Essa estratégia é melhor não apenas para reduzir os riscos sistêmicos, mas também para aumentar a possibilidade de ganhos. E o ideal, nesses casos, é estudar muito bem as opções disponíveis para montar uma carteira que amplie suas chances. 

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Diversificar significa escolher mais opções de investimentos para reduzir seus riscos e ampliar os ganhos.

É possível optar, por exemplo, por alocar todos os seus investimentos dentro de uma mesma categoria, como a renda fixa. Pensando estrategicamente, no entanto, faz mais sentido dividir os investimentos entre as categorias (renda fixa e renda variável) e com diferentes graus de exposição ao risco. 

Como diversificar os investimentos

Agora que você já entendeu a importância da diversificação, chegou a hora de aprender como fazer isso da melhor maneira possível. Confira dicas:

1. Entenda seu perfil de investidor

Você se considera um investidor conservador, moderado ou arrojado? A primeira coisa que você deve fazer antes de buscar seus investimentos é entender o seu perfil. Isso é essencial para que você encontre opções coerentes com seus propósitos.

Um investidor conservador prioriza minimizar o risco do investimento, mesmo que isso signifique pouco rendimento. Um investidor de perfil arrojado, por sua vez, prioriza a rentabilidade, independentemente dos riscos elevados. Enquanto isso, o de perfil moderado fica no meio do caminho entre essas duas opções.

A partir da definição do seu perfil é que é possível buscar ações que sigam os seus interesses para, então, montar sua carteira. 

2. Faça um planejamento financeiro e defina seus objetivos

O que você pretende fazer com o seu dinheiro a curto, médio e longo prazo? E quando você espera que ele renda, para que seus objetivos sejam alcançados? É  preciso entender o que você espera do dinheiro para começar a buscar, então, investimentos que tornem essas metas mais alcançáveis. Para isso, fazer um planejamento é fundamental.

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Qual o prazo ideal para retorno do investimento? Isso você só vai saber se entender seus objetivos.

Já dizia o escritor Lewis Carroll em Alice no País das Maravilhas: “se você não sabe para onde ir, qualquer caminho serve” e, nos investimentos, é a mesma coisa. Você precisa saber o que pretende com o seu dinheiro para, então, entender que caminho escolher para multiplicá-lo.

3. Defina a quantidade de dinheiro para investir

A quantidade (e a qualidade) de opções disponíveis para investir dependem diretamente do dinheiro que você deseja aplicar. Para definir essa quantia, inclusive, o planejamento financeiro é fundamental.

É preciso ter plena consciência de suas metas, ganhos e gastos para saber qual porcentagem de dinheiro pode ser seguramente aplicada, principalmente quando o assunto são os investimentos de baixa liquidez. Isso é porque, nesse tipo de ação, em geral, o dinheiro fica “preso” e você precisa de um prazo longo para sacá-lo. 

Ter o dinheiro preso em um momento de emergência pode ser uma situação bastante estressante, então o ideal é trabalhar as opções contando com reservas seguras. 

4. Busque ativos que não são correlacionados

Ativos correlacionados tendem a subir juntos e descer juntos. Eles podem, por exemplo, ser do mesmo segmento ou da mesma bolsa e, por conta disso, sofrer efeitos parecidos do mercado.

Por conta disso, na hora de diversificar, o ideal é buscar fontes diferentes que se comportem de maneiras distintas. Dessa forma, você evita que uma queda brusca em uma bolsa ou segmento específico derrubem todos os seus investimentos.

5. Não se limite ao Brasil

Contar com o exterior na hora de diversificar é importante, especialmente em períodos instáveis como é o caso de 2022 (um ano eleitoral). Para isso, é possível tanto investir diretamente em território estrangeiro ou contar com gestoras brasileiras que aplicam em ações do mercado internacional. 

Agora que você já sabe o que é importante pensar na hora de diversificar seus investimentos, conheça o Sicredi, que oferece um portfólio variado, com opções para todos os objetivos. Para saber mais, é só clicar no banner abaixo:

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